segunda-feira, 24 de Março de 2014

8º Ano - 2ª Ficha de Avaliação do 2º Período

Tema: POPULAÇÃO E POVOAMENTO

Conceitos
Países desenvolvidos (PD)
- Países em desenvolvimento (PED)
- Demografia
- Censos
- Regime demográfico primitivo
- Revolução demográfica
Explosão demográfica
Natalidade
Mortalidade
- Crescimento natural
Taxa de natalidade
Taxa de mortalidade
Taxa de crescimento natural
População absoluta
Esperança média de vida
Taxa de mortalidade infantil
Índice sintético de fecundidade
Índice de renovação de gerações


Objetivos

·      Definir Demografia e Censos.
·      Definir natalidade, mortalidade e crescimento natural.
·    Definir população absoluta, taxa de natalidade, taxa de mortalidade, taxa de crescimento natural, taxa de mortalidade infantil, esperança média de vida, índice sintético de fecundidade e índice de renovação de gerações.
·      Calcular o crescimento natural, a taxa de natalidade, a taxa de mortalidade e a taxa de crescimento natural.
·    Identificar e caracterizar cada uma das três fases da evolução da população mundial.
·     Relacionar cada fase da evolução da população mundial com a natalidade e a mortalidade da época (não esquecer de referir também as datas de início e fim de cada fase).
·     Conhecer os fatores que explicam os valores da natalidade e da mortalidade em cada uma das fases de evolução da população mundial.
·      Identificar e distinguir países desenvolvidos e países em desenvolvimento.
·      Localizar no mapa países desenvolvidos e países em desenvolvimento.
·      Analisar dados estatísticos relativos às taxas de natalidade, de mortalidade e de crescimento natural, em mapas e/ou em gráficos.
·      Identificar países/áreas do globo com (elevadas e baixas) taxas de natalidade, taxas de mortalidade e (elevado e baixo) índice sintético de fecundidade.
·    Conhecer os fatores que explicam a elevada taxa de natalidade, o elevado índice sintético de fecundidade e a diminuição da taxa de mortalidade nos PED.
·      Conhecer os fatores que explicam a baixa taxa de natalidade, o baixo índice sintético de fecundidade e a baixa taxa de mortalidade nos PD.

Por onde estudar:

Manual – Espaço Geo 8 – páginas 8 à 29;
Caderno diário;
Fichas dadas pela professora.

Bom trabalho!

sexta-feira, 21 de Março de 2014

Ficha de Avaliação 9º Ano

Ficha de Avaliação 9º Ano

24/03/2014

Para a Ficha de Avaliação deverás ser capaz de:

Ø Definir pesca.
Ø Reconhecer que a pesca é uma atividade do setor primário.
Ø Identificar os fatores que condicionam a abundância de pescado (profundidade, grau de salinidade, temperatura e a abundância de nutrientes).
Ø Justificar a riqueza piscatória da plataforma continental, das áreas de encontro de correntes marítimas e das zonas de upwelling.
Ø Conhecer as principais áreas de pesca: Atlântico Nordeste e Noroeste; Pacífico Noroeste, Nordeste e Sudeste.
Ø Distinguir pesca artesanal de pesca industrial.
Ø Conhecer os impactes da atividade piscatória.
Ø Sugerir possíveis soluções para a sustentabilidade dos recursos piscícolas.
Ø Identificar a produção em aquicultura;
Ø Definir aquicultura ou aquacultura.
Ø Definir indústria.
Ø Distinguir indústrias de bens de consumo de indústrias de bens de equipamento.
Ø Dar exemplos de indústrias de bens de consumo.
Ø Dar exemplos de indústrias de bens de equipamento.
Ø Reconhecer que a localização de uma indústria não é feita ao acaso. É resultado de decisões bem pensadas em que os empresários, tendo em conta todos os fatores de localização industrial, procuram a “localização ótima” de maneira a conseguir obter a “maximização dos lucros e a minimização  dos custos”.
Ø Conhecer os fatores de localização industrial (matérias primas, mercado, mão de obra, transportes e vias de comunicação, fontes de energia, capital, espaço, centros de investigação científica, decisão política, ...).
Ø Conhecer o fator de localização mais importantes em determinadas indústrias (matérias primas perecíveis - transformação de vegetais; matérias primas volumosas – pasta de papel/cimenteira/refinaria de açúcar); mão de obra numerosa (vestuário e confeção ou montagem de aparelhos elétricos); mão de obra qualificada (aeroespacial, robótica/medicamentos); proximidade de portos (petroquímica/conservas de pescado);...
Ø Identificar os fatores que explicam o processo de deslocalização industrial na atualidade.
Ø Referir as principais áreas industriais do globo.
Ø Conhecer os Novos Países Industrializados.
Ø Apontar razões para o aparecimento dos NPI.
Ø Conhecer os impactes provocados pela indústria.
Ø Referir algumas soluções para esses impactes.
Ø Conhecer as atividades que integram o setor terciário.
Ø Definir serviços.
Ø Conhecer os diferentes tipos de serviços.
Ø Conhecer os fatores que têm contribuído para a expansão do comércio mundial.
Ø Distinguir exportações de importações.
Ø Definir balança comercial.
Ø Dar uma noção de turismo.
Ø Conhecer os fatores responsáveis pelo desenvolvimento do turismo.
Ø Identificar os diferentes tipos de turismo.
Ø Caracterizar os diferentes tipos de turismo.
Ø Conhecer os impactes positivos e negativos do turismo.

Por onde estudar?
- Manual: páginas 150 – 179
- Apontamentos do caderno diário
- Fichas



BOM ESTUDO!

domingo, 2 de Março de 2014

Trabalhos dos meus alunos - 8º Ano

2.º Período - 2013/14
  


Parabéns a todos os que realizaram estes e os outros trabalhos que ainda não foram fotografados.

quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014

8º - Ano Evolução da população mundial


Evolução da população mundial

Atualmente, a população mundial é superior a sete mil milhões de habitantes e este número aumenta de uma forma acelerada. No entanto, nem sempre foi assim, a evolução da população mundial passou por diversas fases ao longo dos tempos, identificadas por três ritmos distintos, no que diz respeito ao crescimento natural da população.
Até meados do século XVIII (1750), o regime demográfico em todo o mundo, caracterizou-se,
no essencial, por altas taxas de natalidade e altas taxas de mortalidade. Esta primeira fase,
até 1750, caracterizada por um ritmo de crescimento muito lento, foi designada por Regime
Demográfico Primitivo.

 De 1750 a 1950, verifica-se um ritmo de crescimento da população relativamente rápido, cujo
 período, é vulgarmente conhecido por Revolução Demográfica.

Os países responsáveis por este aumento muito significativo dos efetivos populacionais são os
países industrializados ou desenvolvidos. Durante o período da Revolução Demográfica (de 1750
a 1950) deram-se, nestes países, importantes acontecimentos (Revolução Agrícola e Industrial),
que permitiram uma melhoria do nível de vida da população e, consequentemente uma diminuição
da taxa de mortalidade. Como a taxa de natalidade não sofreu grandes alterações, a
taxa de crescimento natural registou um aumento significativo, com a população mundial a
duplicar ou a triplicar.

A partir de 1750, o mundo passou a evoluir a dois ritmos: os países desenvolvidos, aqueles que
iniciaram a sua industrialização, garantido um elevado crescimento económico e um aumento da
qualidade de vida da sua população e os países em desenvolvimento com uma economia agrícola
e com um fraco nível de desenvolvimento, o que se reflete na má qualidade de vida da sua população.

 De 1950 até aos nossos dias, a população mundial cresceu a um ritmo explosivo. Este
comportamento demográfico é conhecido por Explosão Demográfica. Porém, este aumento
não se verificou em todas as partes do mundo, este acentuado crescimento da população mundial
deve-se ao comportamento demográfico dos países em desenvolvimento. Após a segunda guerra
mundial, os países desenvolvidos e as organizações por eles formadas auxiliaram os países
menos desenvolvidos, nomeadamente nas áreas da saúde, da agricultura e da educação
(ajuda internacional). Estes auxílios provocaram uma grande descida das taxas de
mortalidade que associadas à manutenção de elevadas taxas de natalidade deram
origem a um crescimento natural muito elevado (explosivo).

Neste período, nos países desenvolvidos, o crescimento natural começou a baixar devido à
contínua diminuição dos valores das taxas de natalidade, em consequência da utilização
generalizada dos métodos contracetivos, da alteração do nível de vida, da emancipação
da mulher e da preocupação com a sua realização pessoal e profissional.

quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014

Indústrias de bens de consumo e indústrias de bens de equipamento:


- As indústrias de bens de consumo são aquelas que produzem bens que se destinam ao consumo direto e final, isto é, sem fins produtivos. 

- As indústrias de bens de equipamento são aquelas que produzem bens que se destinam a outras indústrias ou ao funcionamento de outras actividades produtivas. 

As indústrias de bens de consumo, regra geral, encontram-se espalhadas um pouco por todo o Mundo (nomeadamente nos países em desenvolvimento) uma vez que exigem menores investimentos de capital e necessitam de muita mão de obra, que pode ter menor qualificação.



sábado, 8 de Fevereiro de 2014

Resumo 2 - Tipos de agricultura

RESUMO – Tipos de agricultura
Tipos de Agricultura

ü  Agricultura tradicional ou de subsistência

O principal objetivo é produzir o suficiente para a alimentação da família do agricultor: autoconsumo.

·         - Destino da produção: auto-consumo;
·         - Utilização de instrumentos muito rudimentares como a enxada, a charrua, o arado;
·         - As técnicas são passadas de geração em geração;
·         - A mão de obra é pouco qualificada e muito numerosa;
·         - Uso de fertilizantes naturais (estrume dos animais ou restos de plantas);
·         - Registo de baixos níveis de rendimento e produtividade agrícola;
·         - Praticada em explorações agrícolas de pequenas dimensões;
·         - Pratica a policultura de modo a ter uma maior variedade de produtos alimentares;
·         - É predominantemente praticada em regime extensivo;
·         - O rendimento e a produtividade são baixos.

ü  Agricultura moderna

O principal objetivo é produzir em grandes quantidades para obter lucro.
·         - Destino da produção: mercado;
·         - Elevado grau de mecanização (tratores, ceifeiras-debulhadoras, semeadoras,…);
·         - Uso de tecnologias modernas (sistemas de rega, técnicas de cultivo como a hidroponia, cultivo de espécies geneticamente modificadas OGM, ...);
·         - Uso de produtos químicos: fertilizantes, pesticidas, herbicidas…;
·         - Praticada em grandes explorações agrícolas (latifúndios);
·         - Pratica a monocultura (para minimizar custos);
·         - Predominantemente praticada em regime intensivo;
·         - O rendimento e a produtividade são elevados.

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 Áreas de predominância da agricultura tradicional e da agricultura moderna

Agricultura moderna

Agricultura europeia: 
·         bastante mecanizada
·         agricultura intensiva
·         elevados rendimento e produtividade agrícola
·         recurso a eficientes sistemas de rega, fertilizantes químicos, investigação científica e tecnológica
·         praticada em terras de pequena e média dimensão

Agricultura norte-americana:
·         muito mecanizada;
·         agricultura extensiva com alta produtividade agrícola;
·         recurso a técnicas modernas;
·         praticada em explorações de grandes dimensões - latifúndios.

Agricultura de plantação:
·         É um tipo de agricultura moderna, praticada sobretudo em regiões tropicais (ex. América Central e do Sul, África e sudeste asiático), já que os produtos explorados são próprios de climas quentes, tais como: café, cacau, borracha, algodão, cana-de-açúcar, frutos tropicais...;
·         a exploração é feita por empresas multinacionais, sediadas nos EUA ou na Europa, com tecnologia moderna e utilizando químicos;
·         os produtos destinam-se à exportação/transformação industrial;
·         mão-de-obra local.


Agricultura tradicional

Agricultura itinerante sobre queimada:
·         praticada em África e na América do Sul;
·         praticada em regime extensivo;
·         recorre à queimada para limpar e fertilizar  o campo (cinzas);
·         quando os solos estão esgotados as populações deslocam as aldeias para outras áreas, repetindo o processo;
·         contribui para a destruição de florestas e para o esgotamento e erosão dos solos

Agricultura sedentária de sequeiro
·           Forma de agricultura em que não existe recurso a qualquer tipo de rega;
·           Pratica-se nas regiões com maiores densidades populacionais dos planaltos do interior de África;
·           É mais intensiva e minuciosa do que a agricultura itinerante;
·           Fazem rotação de culturas e recorrem ao pousio;
·           Fertilizam as terras com o estrume do gado;
·           Fraco rendimento e produtividade mas maior que na agricultura itinerante.

Rizicultura intensiva da Ásia das Monções:
               ·       praticada na Ásia do sul e sudeste;
·         mocultural e intensiva;
·         exigente em mão-de-obra;
·         utiliza o estrume animal para fertilizar o solo;
·         em equilíbrio com as condições naturais  (monções);
·         podem conseguir duas ou mais colheitas por ano;
·         rendimento é elevado (produção é elevada devido ao número de colheitas);
·         produtividade é baixa (utiliza muita mão de obra).

Agricultura de oásis (policultural e intensiva)
        Pratica-se  no Norte de África, nas regiões de oásis;
        É irrigada;
        É intensiva na ocupação do solo;
        Praticam a policultura;
        A propriedade é muito dividida (minifúndio);
        Plantam-se palmeiras e tamareiras para evitar o avanço das areias do deserto e para fazerem sombra às culturas evitando que se queimem, assim como para diminuir a evaporação da água disponível.

8 Impactes da atividade agrícola:
- Socio-económicos:
   . Cria emprego;
   . Gera riqueza;
   . Ajuda a dinamizar outras atividades económicas ( comércio e indústria).

- Ambientais:
   . Provoca poluição das águas, do ar e do solo;
   . Provoca a desflorestação;
   . Provoca o esgotamento e a erosão dos solos;
   . A utilização de produtos transgénicos pode levar à diminuição da biodiversidade e ao desaparecimento de algumas espécies (além de se desconhecerem as suas consequências ao nível da saúde a longo prazo).
  
8 Soluções para minimizar os impactes negativos da agricultura

- A agricultura biológica

O que é?
A agricultura biológica é um sistema de produção agrícola que procura produzir alimentos de elevada qualidade, recorrendo a técnicas que garantam a sua sustentabilidade, preservando o solo e o meio ambiente, evitando o recurso a produtos químicos de síntese e privilegiando a utilização dos recursos locais.

Quais os objetivos?
• Produzir alimentos de elevada qualidade nutritiva, sem resíduos nem substâncias tóxicas;
• Manter e melhorar, a longo prazo, a fertilidade dos solos;
• Reduzir o consumo de combustíveis fósseis, utilizando racionalmente os recursos locais e as fontes de energia renováveis;
• Combater pragas e doenças com métodos e técnicas tradicionais, melhorados com os novos conhecimentos científicos.

É um tipo de agricultura sustentável que se preocupa com o presente mas também com o futuro. As práticas usadas em agricultura biológica incluem:
·       - Rotação de culturas;
·       - Cobertura do solo;
·       - Utilização de animais (joaninhas) e plantas (citronela) em substituição dos produtos químicos de síntese;
·       - Estrume dos animais para fertilizar o solo;
·       - Limites muito restritos ao uso de combustíveis fósseis
·       - Proibição do uso de organismos geneticamente modificados
·       - Aproveitamento racional dos recursos locais;
·       - Seleção de espécies vegetais resistentes a doenças e adaptadas às condições locais

Vantagens:
·       - Produtos naturais nutritivos, saborosos e saudáveis;
·       - Requer uma maior quantidade de mão-de-obra, pelo que no âmbito local os benefícios são evidentes;
·       - Devido à utilização de fertilizantes orgânicos de baixa solubilidade, e empregues nas quantidades exatas, diminuiu a contaminação de águas subterrâneas e solos
·       - A não utilização de pesticidas contribui para uma melhor qualidade do ar, da água e do solo;
·       - Os produtos são mais ricos a nível nutritivo que os produtos provenientes de explorações convencionais, além de serem mais saborosos e mais saudáveis.

Desvantagens:
·       - Os produtos têm uma aparência menos agradável (brilho, tamanho, etc.) do que os da agricultura convencional. 
·       - Apesar do aspeto menos apelativo, estes produtos contêm um valor nutritivo necessário para a nossa dieta quotidiana, além de serem mais saborosos e mais saudáveis.
·       - Em alguns casos a sua conservação tem uma durabilidade mais reduzida que os produtos convencionais.
·       - São produtos um pouco mais caros devido aos sistemas produtivos serem mais lentos e necessitarem de mais mão-de-obra.

·       - A produtividade e o rendimento são mais baixos que os da agricultura convencional.