terça-feira, 19 de maio de 2015

Ficha de Avaliação do 8º Ano - 8ºA

Manual: Geovisão 8

Páginas: 39 até à 69;

Subdomínio:
- Distribuição da população mundial (págs. 39 - 55).

Objetivos/Descritores:

1. Compreender a distribuição da população mundial - (págs. 39 - 51)
1. Distinguir população total de população relativa/densidade populacional. 
2. Descrever a distribuição da população mundial, a partir de mapas, através da localização dos principais vazios humanos e das grandes concentrações populacionais. 
3. Explicar os fatores naturais e humanos que influenciam a repartição mundial da população. 

2. Compreender a distribuição da população em Portugal - (pág. 52)
1. Interpretar a distribuição da população em Portugal a partir da leitura de mapas, destacando a litoralização e a bipolarização da sua distribuição.
2. Explicar os principais fatores que influenciam a distribuição da população em Portugal.

Esquema síntese: página 53.
Exercícios de aplicação "Vamos rever": páginas 54 e 55.

Subdomínio:
- Mobilidade da população (págs. 57 - 69).

Objetivos/Descritores:

1. Compreender as causas e as consequências das migrações - (págs. 58. - 63)
1. Distinguir migração de emigração e de imigração.
2. Caraterizar diferentes tipos de migração: permanente, temporária e sazonal; externa e interna; intracontinental e intercontinental; clandestina e legal; êxodo rural.
3. Explicar as principais causas das migrações.
4. Explicar as principais consequências das migrações nas áreas de partida e nas áreas de chegada.

2. Compreender os grandes ciclos migratórios internacionais - (págs. 64 - 65)
1. Caracterizar os grandes ciclos migratórios internacionais, através da interpretação de mapas com os fluxos migratórios.
2. Localizar as principais regiões/países de origem da população migrante e principais regiões/países de destino da população migrante.
3. Caraterizar a população migrante.
4. Referir os fatores atrativos/repulsivos que influenciam as migrações.
5. Discutir a importância dos movimentos migratórios na redistribuição da população europeia e mundial.

3. Compreender, no tempo e no espaço, as migrações em Portugal - (págs. 66 e 67)
1. Caraterizar a evolução temporal da emigração em Portugal.
2. Localizar os principais destinos da emigração portuguesa.
3. Caraterizar a evolução da imigração em Portugal, referindo as principais origens dos imigrantes.
4. Caraterizar a situação atual de Portugal no contexto das migrações internacionais.

Esquema síntese: página 68.
Exercícios de aplicação "Vamos rever": página 69.

Bom trabalho!

sábado, 16 de maio de 2015


. CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO

1_Países com diferentes graus de desenvolvimento

Em resultado de um conjunto muito diversificado de fatores, os países do mundo apresentam diferentes graus de desenvolvimento. Enquanto uns conseguem proporcionar bem estar e qualidade de vida à maior parte da sua população sendo, por isso, considerados desenvolvidos (PD), outros, pelo contrário, não conseguem satisfazer as necessidades básicas da maior parte da sua população, pelo que são designados de países em desenvolvimento (PED). 

À exceção da Austrália e da Nova Zelândia, todos os países desenvolvidos, também designados do Norte ou industrializados, se localizam no hemisfério norte, enquanto que os países em desenvolvimento, também designados do sul, se localizam no hemisfério sul.

Falar de desenvolvimento de um país, implica ter presente dois conceitos fundamentais: o conceito de crescimento económico e o conceito de desenvolvimento humano. Embora interligados, o primeiro relaciona-se coma a criação de riqueza e o segundo com o bem estar e a qualidade de vida das populações.

CRESCIMENTO ECONÓMICO

Crescimento económico - é um fenómeno de natureza quantitativa que se refere ao aumento da produção de riqueza pelos setores de atividade económica. Não reflete o modo como essa riqueza é aplicada em benefício de toda a população pelo que não é sinónimo de desenvolvimento humano. É apenas um meio para atingir o desenvolvimento humano e não um fim em si mesmo. Um país rico em que apenas uma pequena parte da sua população beneficie da riqueza que ali é produzida e em que a maior parte da população vive com grandes carências ao nível da alimentação, da habitação, da saúde, da educação, do acesso à água potável e ao saneamento básico e onde não sejam respeitados os direitos humanos, as liberdades fundamentais e a qualidade ambiental, então não pode ser considerado um país desenvolvido.

INDICADORES DE CRESCIMENTO ECONÓMICO

O crescimento económico é medido por indicadores económicos como o Produto Interno Bruto per capita (PIB/hab.), o Produto Nacional Bruto per capita (PNB/hab.), o Rendimento Nacional Bruto per capita (RNB/hab.), o consumo de energia por habitante, a % de população por setor de atividade, o consumo de energia, etc. Estes indicadores apenas medem o grau de riqueza de um país, não permitem tirar conclusões sobre o bem-estar e a qualidade de vida da população desse território.

PIB (Produto Interno Bruto) - valor total de bens e serviços produzidos dentro das fronteiras de um país, independentemente de serem realizados por nacionais ou estrangeiros (pessoas ou empresas).

PNB (Produto Nacional Bruto) - valor total de bens e serviços produzidos pelos nacionais (pessoas ou empresas) de um país, dentro do seu país ou no estrangeiro.

RNB (Rendimento Nacional Bruto) - corresponde ao valor que fica no país, que se obtém adicionando e/ou subtraindo ao PIB, os  rendimentos primários (receitas, impostos, subsídios, rendimentos, ...) recebidos e/ou pagos ao resto do mundo.

O consumo de energia reflete a situação económica de um país e o seu nível de industrialização.

Que fatores favorecem o crescimento económico nos países desenvolvidos?
- Riqueza acumulada que é aplicada nos diversos setores económicos, no próprio país e no estrangeiro;
- Grande produtividade agrícola e industrial que assegura as exportações;
- Grande desenvolvimento do setor dos serviços;
- Mercado interno muito desenvolvido, graças às técnicas de marketing e de publicidade;
- Investigação científica e desenvolvimento tecnológico, aplicado na melhoria da produção e na qualidade dos produtos;
- Recursos humanos com elevado grau de instrução e de qualificação profissional, abertos às inovações.

DESENVOLVIMENTO HUMANO

Desenvolvimento humano - é um fenómeno de natureza qualitativa que resulta da aplicação da riqueza produzida na melhoria do bem-estar e da qualidade de vida das populações (de todos e não apenas de uma minoria). 
Quando o crescimento económico se reflete no nível de vida das populações, ultrapassando a sua vertente meramente económica e se estende à esfera social e cultural, proporcionando uma boa alimentação e melhorando os níveis de educação e formação profissional, assegurando igualdade de oportunidades, cuidados de saúde essenciais e elevando os padrões de habitação, emprego, segurança, …, então pode ser entendido como um processo que conduz ao desenvolvimento humano.
O desenvolvimento humano é um fator indutor do crescimento económico.

Bem-estar - estado resultante da satisfação das necessidades humanas primárias e secundárias.

Necessidades humanas primárias - condições que asseguram a sobrevivência do ser humano como a alimentação, habitação, vestuário, saúde, etc.

Necessidades humanas secundárias - condições que, não sendo necessárias à sobrevivência humana, contribuem para o bem-estar como o lazer, a cultura, a segurança social, os transportes, eletrodomésticos, telecomunicações, etc.

Qualidade de vida - estado que resulta da satisfação das necessidades básicas do ser humano, mas que pressupõe, igualmente, a sensação de segurança, de integração social, de liberdade e a qualidade do ambiente.

INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO

Indicadores económicos: PIB per capita, RNB per capita, consumo de energia,...
- Indicadores demográficos: Taxa de mortalidade infantil, esperança média de vida, ...;
- Indicadores socioculturais: taxa de analfabetismo, taxa de alfabetização de adultos, número de  habitantes por médico, % de população com acesso a água potável ou ao saneamento básico, etc.

Taxa de mortalidade infantil - número de óbitos com menos de um ano de idade, por cada mil nascimentos vivos, durante um ano.

Esperança média de vida - número de anos que, em média, cada indivíduo tem probabilidade de viver.


Taxa de analfabetismo - percentagem de pessoas, com idade superior a 15 anos, que não sabem ler, escrever nem compreender um texto simples.


ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO - IDH


Para melhor se poder avaliar e comparar o desenvolvimento humano dos países, a ONU, 
em 1990, criou o ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH)
O Índice de Desenvolvimento Humano é um indicador composto, porque é calculado a partir
de indicadores simples, que mede as as realizações médias de um país em três 
dimensões básicas do desenvolvimento humano:
- uma vida longa e saudável;
- acesso ao conhecimento;
- padrão de vida digno.

DIMENSÕES

Uma vida longa e saudável

Acesso ao conhecimento

Um padrão de vida digno

INDICADORES (a partir de 2010)

- Esperança de vida à nascença

Média de anos de escolaridade: número médio de anos de educação recebidos pelas pessoas de idade a partir dos 25 anos durante o seu tempo de vida.
Anos de escolaridade esperados: número de anos de escolaridade que uma criança em idade de entrada na escola pode esperar receber, se os padrões prevalecentes das taxas de matrícula por idades permanecerem iguais ao longo da sua vida.

-  RNB per capita




O IDH varia entre 0 e 1 e o valor é expresso em milésimas. 

De acordo com o seu valor, consideram-se quatro grupos de países:

- Países de desenvolvimento humano muito elevado - IDH maior que 0,800;
- Países de desenvolvimento humano elevado - IDH maior que 0,700 e menor que 0,799;
- Países de desenvolvimento humano médio – IDH maior que 0,550 e menor que 0,699;
- Países de desenvolvimento humano baixo - IDH menor que 0,550.

O IDH permite que os governos dos países definam medidas que visem a melhoria da qualidade de vida da população.

Distribuição do IDH
Os países de IDH muito elevado localizam-se principalmente na Europa, na América do Norte, na Oceânia (Austrália e Nova Zelândia) e na Ásia Oriental (coreia do Sul e Japão).

Os países com IDH baixo localizam-se na Ásia Central e Meridional e na África Subsariana.

Relação entre IDH e PIB ou RNB
De um modo geral o IDH elevado corresponde a países com rendimento elevado e o IDH baixo corresponde a países com rendimento baixo, no entanto, é possível atingir valores elevados de IDH sem elevados rendimentos.

Quando a classificação do IDH é melhor que a obtida no PIB ou RNB per capita, isso significa que tem havido a conversão de riqueza em desenvolvimento humano, ou seja, apesar do rendimento ser baixo, tem-se verificado um esforço na melhoria das condições de acesso da população à saúde e à educação.

Quando a classificação de um país no rendimento é melhor do que a obtida no IDH, isso significa que o crescimento económico não tem sido utilizado na melhoria das condições de vida da população.

Críticas ao IDH
Como acontece com todos os indicadores, o IDH é uma média que não reflete as desigualdades entre grupos sociais, entre sexos, entre as diferentes etnias e regiões dentro de um mesmo país;
Enfrenta problemas de disponibilidade, atualidade e  fiabilidade dos dados;
Como é calculado com um reduzido número de indicadores simples, que apenas traduzem a relação entre rendimento, saúde e educação, não inclui outros aspetos importantes do desenvolvimento, como o respeito pelos direitos humanos, a democracia, a segurança, ou a conservação e preservação ambiental;
O VIH/SIDA tem um grande impacte no IDH uma vez que provoca a diminuição da esperança de vida e, ao gerar um elevado número de órfãos (crianças que ficam desprotegidas e incapazes de frequentar a escola e de adquirirem conhecimentos que lhes permitam sair da situação difícil em que se encontram), também faz diminuir os indicadores relativos à educação. 

Outros indicadores compostos:

O Índice de Desigualdade de Género (IDG) - traduz a desigualdade entre mulheres e homens em três dimensões: saúde reprodutiva, aquisição de capacidades (educação e representação política) e mercado de trabalho. É calculado com base em 5 indicadores e varia entre 0 e 1. Quanto maior for o IDG, maiores são as diferenças entre mulheres e homens.

O Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) - reflete a situação de pobreza vivida pela população de um determinado país ou região, nas suas diversas dimensões: daúde, educação e padrão de vida. É calculado com base em dez indicadores e varia entre 0 e 1. Quanto maior for o IPM, maior é a percentagem de população a viver em situação de pobreza multidimensional.

sábado, 25 de abril de 2015

Ficha de Avaliação para os alunos que não fizeram apresentação oral do trabalho sobre os transportes

1-      Redes e modos de transporte e telecomunicação:

- Importância dos transportes – pág. 190;
- Modos de transporte: terrestres (rodoviário e ferroviário), aquáticos (marítimo e fluvial), aéreos e em condutas (ou tubulares) – pág. 190;
- Fatores que explicam a escolha de um modo de transporte em detrimento de outro – pág. 191;
- Conceitos de: acessibilidade, distância absoluta, distância-tempo e distância custo – pág. 191;
- Fatores que explicam o custo dos transportes – pág. 192;
- Variação do custo de transporte em função do meio de transporte utilizado (automóvel, camião, barco, comboio, avião, …) – pág. 192;
- Conceito de rede de transportes – pág. 193;
- Características das redes de transporte dos países desenvolvidos e dos países em desenvolvimento – último parágrafo da pág. 194 + pág. 195;
- Vantagens e desvantagens dos diferentes modos de transporte: rodoviário (pág. 196 e 197), ferroviário (pág. 198 e 199), fluvial e marítimo (págs. 200 – 203), aéreo (pág. 204 e 205), por condutas (pág. 206);
- O transporte intermodal (pág. 207);
- Impactes dos transportes (págs. 210 e 211);

- Importância das telecomunicações nas sociedades atuais (págs. 212 - 214).

Bom trabalho!

sábado, 21 de março de 2015

PROJETO CRIAR - 2014/2015


Projeto Criar... 

Um projeto que teve como objetivos, além da comemoração do início da primavera e do dia da árvore, a sensibilização para o desenvolvimento sustentável e para um ambiente melhor. 
Através da reutilização de materiais (garrafas e garrafões de plástico, tampas, pacotes de leite, sacos de plástico, ...) que na melhor das hipóteses seriam colocados no contentor amarelo, foram criados objetos para decoração das árvores da nossa escola.
Associado à "Semana da Cor", foi uma explosão de cor que inundou a Escola Básica D. Dinis, em Odivelas.
Agradecemos a todos os alunos que se empenharam na concretização deste projeto, principalmente aos do 8ºA, 9ºA, 9ºB, 9ºC e 9ºD.

  
  











































 


domingo, 8 de março de 2015

TESTE DO 8º ANO

O que precisa de saber para a Ficha de Avaliação:

• Calcular (Taxa de crescimento natural).
• Interpretar gráficos e mapas, descrevendo a evolução (ao longo do tempo) e a distribuição (localização de países/continentes) dos indicadores representados (Taxa de Natalidade, Taxa de Mortalidade, Taxa de crescimento natural, Taxa de mortalidade infantil, índice de dependência de jovens ou índice de dependência de idosos).
• Conhecer os fatores que influenciam a evolução da taxa de mortalidade nos Países desenvolvidos e nos Países em desenvolvimento.
• Conhecer os fatores que influenciam a evolução da taxa de mortalidade infantil nos Países desenvolvidos e nos Países em desenvolvimento.
• Definir estrutura etária, classe etária, classe etária oca e pirâmide etária.
• Identificar os grupos etários (jovens, adultos e idosos) numa pirâmide etária.
• Interpretar pirâmides etárias, caracterizando a estrutura etária representada (Quadro 5 da pág. 27).
• Classificar as pirâmides quanto ao tipo (crescente ou de população jovem e decrescente ou de população envelhecida) e quanto à forma (triangular  e em urna ).
• Comparar/explicar a estrutura etária de países com diferentes níveis de desenvolvimento (Países desenvolvidos - estrutura etária envelhecida; Países em desenvolvimento - estrutura etária jovem).
• Consequências/problemas do elevado índice de dependência de jovens (escassez de alimentos, subnutrição e fome; excesso de mão de obra e falta de emprego; elevados encargos com a educação do elevado número de jovens e insuficiente número de escolas; ...).  
• Consequências/problemas do elevado índice de dependência de idosos (redução da população ativa; diminuição do espírito inovador; elevados encargos com as reformas, pensões e lares para a terceira idade; sobrecarga do sistema de segurança social; encerramento de escolas por falta de alunos; ...).
·  Relacionar a estrutura etária e os problemas inerentes com as políticas demográficas (Países desenvolvidos: políticas natalistas - conjunto de medidas que visam o aumento da natalidade e o crescimento da população; Países em desenvolvimento: políticas antinatalistas - conjunto de medidas que visam a redução da natalidade e a diminuição do crescimento da população).
·  Conhecer exemplos de medidas no âmbito das políticas demográficas natalistas.
·  Conhecer exemplos de medidas no âmbito das políticas demográficas antinatalistas.

Bom trabalho!